Novo terror extremo francês
Alta tensão (Haute tension/High Tension), 2003, de Alexandre Aja.
Um filme incrível e, talvez, o mais importante da lista por ter sido aquele que, salvo engano, iniciou essa leva de terror extremo na frança e que logo abriu as portas de Hollywood para Alexandre Aja, mas com um final que, infelizmente, agrada a poucos de tão absurdo e inverossímil, não pela solução em si, que já se mostrou bem sucedida em outros filmes, mas por sua total incongruência com o que foi desenvolvido ao longo da trama.
Martyrs, 2008, de Pascal Laugier.
Talvez o mais extremo, famoso e cultuado, mas não o meu favorito, embora o considere um grande filme, com ótimos momentos.
A invasora (À l'intérieur/Inside), 2007, de Alexandre Bustillo.
Meu preferido, por ser bem mais redondo e conciso, sem os arroubos de um Martyrs.
Frontière(s), 2007, de Xavier Gens.
"Massacre da Serra Elétrica" com uma família incestuosa nazista.
Little Deaths, 2011, de Sean Hogan, Andrew Parkinson e Simon Rumley (são três segmentos).
Ils (Them), 2006, de David Moreau e Xavier Palud.
Não é exatamente um terror extremo, e sim bem mais um suspense psicológico, todavia creio que se pode incluir na mesma leva.
Filmes como “Irréversible” e “Enter the Void”, de Gaspar Noé, não estão incluídos aqui por não serem terror, a despeito de serem extremos. Assim como o thriller “Baise-moi”, de Virginie Despentes e Coralie Trinh Thi, filme bastante marginal e experimental.